domingo, 17 de janeiro de 2010

Quem vai de poesia quem vai?


Quem vai de poesia quem vai?

w.faria

Olha ae, quem vai?
Quem vem?
Vale mais,
Um vintém,
Quem vai de poesia quem vai?
Quem vai de verso e prosa quem vai?
Quem vem de poesia quem vem?
Quem vende a poesia que tem?
Quem vem de verso que critica?
Quem vem de verso que afaga?
Quem vende verso que espeta?
Quem vende verso que encoraja?
O verso é a frente de batalha!
O verso é o fronte que se espalha
A fronte sou eu!
O afronte é meu!
Quem vai de poesia quem vai?
Quem vai de verso e prosa quem vai?
Quem vem de poesia quem vem?
Quem vende a poesia que tem?
É barato!
Um barato!
Morte à barata e vida longa ao gato.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Um tanto de mim


Um tanto de mim outrora sem fim!
Agora aguarda um novo começo no jardim.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Mar vermelho



Oq se vê no horizonte? ventos frios, céu noturno e trevado. Donde vem o vento? donde vem a escuridão? Donde vem o frio que corta as cortinas rumo a face? somos apenas plumas sob a tempestade, gelo sob o sol, seres repletos de resiliência tentando cruzar o mar vermelho.

Mar que se finda e se reinventa no rochedo, onde ancoramos ou batemos,
oq difere a chegada é o rumo que tomamos.


Finda noite, finda dia, vida, sorte ou vazia.

Improviso, dia 30/12/09 - 21:18

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Auterego.


O ho
mem do chapéu vem, vai, sorri e sai,
deixa seu rastro de felicidade numas poucas
letras tangidas por sua mão, escritas com
amor num pedaço de papel de pão.
Salve homem do chapéu, salve.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Drem a little dream with me





























A Velha Praça

Na praça não passa luz,

A luz não passa apressada,
A praça que me conduz,
À luz que passa com graça.



Na praça um velhinho
sorri,
Na praça passeia um gurí,
Com bola,
sua pipa e peão,
E com seu mundo em uma mão.

Na praça não tem nevoeiro,

Preocupação e desespero,
O tempo pára na praça,
O mesmo tempo, que passa,
Com luz, beleza e graça.

Ao meu lado a dama da praça,
Mas não da praça em que passam,
O velhinho e o gurí que anda em vão,
A dama a qual me refiro, que me arranca sorrir e suspiro,
é dona da luz e da graça da praça do meu coração.


w.faria


quarta-feira, 23 de dezembro de 2009